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EUA querem ajudar Brasil a aprimorar leilões de petróleo, diz secretário de Energia

O governo dos Estados Unidos está disposto a ajudar o Brasil a desenhar modelos mais eficientes para seus leilões de petróleo, disse o secretário de Energia norte-americano no domingo, após um megaleilão de direitos exploratórios brasileiro ter frustrado expectativas em novembro do ano passado.

O governo do presidente Jair Bolsonaro tentou vender quatro áreas offshore de produção de petróleo em licitação que teria arrecadado 106,5 bilhões de reais em caso de sucesso total, mas apenas duas das áreas atraíram ofertas, ambas de consórcios liderados pela estatal brasileira Petrobras.

Embora alguns membros do governo e executivos da indústria de petróleo tenham qualificado a licitação como um sucesso, a maior parte deles admitiu um fiasco, culpando as complexas regras do leilão pela falta de interesse global pelos ativos.

Pelas regras, o vencedor das áreas teria que travar complexas negociações com a Petrobras sobre compensações por investimentos já realizados pela companhia.

Ao falar com jornalistas no domingo, no Rio de Janeiro, o secretário de Energia dos EUA, Dan Brouillete, reconheceu essas questões e disse que os norte-americanos estão preparados para ajudar em futuras licitações.

“Nós vimos o que aconteceu no último leilão, com os blocos. Nós entendemos, eu acredito que com bastante clareza, por que alguns investidores podem ter preferido ficar de fora”, afirmou Brouillette.

“E nós estamos prontos para ajudar, se assim quiserem ou precisarem, ajudar na formatação de novos leilões que possam ter resultados mais condizentes com os desejos do governo brasileiro.”

O secretário de Energia dos EUA está em uma visita oficial ao Brasil principalmente para celebração de uma colaboração em energia nuclear.

Nesta segunda-feira, a norte-americana Westinghouse vai assinar uma carta de intenções com a estatal brasileira Eletronuclear, da Eletrobras, para ajudar a prolongar a vida útil da usina nuclear de Angra 1, no Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Extra

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Quase 90% dos brasileiros pretendem usar 13º salário para quitar dívidas, mostra Anefac

Com tantos brasileiros usando o dinheiro para pagar dívidas, os presentes deste fim de ano devem ficar magros.

Quase 90% dos brasileiros pretendem usar o 13º salário para quitar dívidas. Segundo uma pequisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), 87% dos entrevistados darão este destino aos recursos – uma fatia um pouco maior que no ano passado, quando esse percentual ficou em 86%.]

“Isto demonstra que a redução da atividade econômica, desemprego maior, taxas de juros elevadas aumentaram o endividamento dos consumidores”, aponta a entidade em nota. Há dez anos, a fatia dos entrevistados que pretendiam usar o 13º para pagar dívidas era de 64%.

Com tantos brasileiros usando o dinheiro para pagar dívidas, os presentes deste fim de ano devem ficar magros. Só 5% dos entrevistados disseram que pretendem usar parte do 13º para comprar presentes. Outros 2% pretendem usar o dinheiro para pagar as despesas de começo de ano, enquanto outros 2% pretendem poupar parte do que sobrará.

A Anefac aponta ainda que 1% quer usar parte dos recursos para compra e reforma da casa, e que 3% já receberam parte ou todo o 13º ao longo do ano, ou fizeram empréstimos em antecipação.

Dívidas e presentes

Entre as dívidas que os brasileiros pretendem pagar com o 13º, as principais são aquelas com cheque especial (45%), cartão de crédito (49%) e financiamento bancário em atraso (3%).

Já os principais presentes que devem receber os recursos são roupas (64%), bens diversos (55%), celulares (53%) e brinquedos (36%).

A pesquisa foi realizada junto a 1.130 consumidores de todas as classes sociais durante o mês de outubro.

Fonte: G1

Foto: Brenno Carvalho

Brasileiros investem menos e comprometem mais o orçamento com impostos e dívidas

O brasileiro está investindo menos e pagando mais dívidas e impostos, mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares ( POF ) 2017-2018, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. De acordo com o estudo, do total gasto pelas famílias mensalmente, a parcela destinada ao aumento do patrimônio caiu de 4,8% em 2009 para 4,1% em 2018.

Enquanto isso, a destinada ao pagamento de impostos subiu de 10,9% para 11,7% e para pagamento de empréstimos e prestações de imóvel de 2% para 3,2%, no mesmo período.

O IBGE considera aumento do ativo a compra e reforma de imóvel e outros investimentos. Essa despesa despencou ao longo dos quase 30 anos que se passaram entre a pesquisa anterior que originou a POF, realizada em 1975, e a primeira Pesquisa de Orçamentos Familiares, de 2003. Lá atrás, esse gasto representava 16,5% do total, e, desde os anos 2000, está na casa dos 4%.

A pesquisa

A POF é o levantamento mais detalhado sobre os padrões de consumo dos brasileiros. Ela é realizada desde os anos 1970. Nesta edição, técnicos do IBGE visitaram quase 58 mil dos 70 milhões de lares brasileiros, em 1,9 mil cidades. A coleta de dados durou um ano. As famílias que participaram da pesquisa tiveram de preencher cadernetas e questionários com todos seus hábitos de consumo. Em média, elas eram compostas por três pessoas.

Baseado nessa pesquisa, o IBGE atualiza a cesta de itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país. O instituto deve divulgar nas próximas semanas uma nota detalhada de como os dados colhidos no ano passado influenciarão na composiçao desse indicador.

Com o levantamento, também será possível identificar quantas famílias brasileiras vivem em insegurança alimentar. Ou seja, têm acesso escasso a alimentos e podem estar em situação de fome.

Fonte: Extra

Na PetroRio, Nelson Tanure não tem medo do petróleo a US$50

Nelson Tanure
Nelson Tanure

O importante colunista Geraldo Samor, de VEJA Mercados, entrevistou o empresário Nelson Tanure, que comenta os planos da petroleira no Brasil e no exterior. Tanure fala em primeira mão da oferta feita pela LetterOne, empresa russa que atua no Mar do Norte, e revela a reestruturação na PetroRio, que se transformou em uma companhia eficiente, enxuta e lucrativa para os seus acionistas.

Eis a íntegra da reportagem:

Sem oportunidades óbvias de crescimento no Brasil, a PetroRio (antiga HRT) continua olhando para fora do País em sua ambição de crescimento.
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